segunda-feira, 21 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Artigo do Deputado Estadual Rômulo Viegas - Jornal O TEMPO
Se o PT pudesse se olhar hoje num imaginário espelho das
virtudes, certamente teria um susto. No lugar da face da presidente Dilma
Rousseff surgiria, na verdade, a figura de seu oponente, o senador Aécio Neves. O
que é qualidade em Dilma aparece como defeito emAécio entre os
militantes e entusiastas do governo federal.
O poderoso marketing oficial procura vender a imagem de Dilma Rousseff como uma mulher sintonizada com as modernas técnicas de gestão. Já o Choque de Gestão, o programa de Aécio que virou referência nacional e é recomendado pelo Banco Mundial para aplicação em muitos países em desenvolvimento, não passa de deplorável manifestação do neoliberalismo para enfraquecer o Estado.
Quando Aécio governou Minas Gerais por sete anos, com uma ampla base partidária de apoio, resultante de sua capacidade de aglutinação política, ele foi acusado de tentar acabar com a oposição. Já a base aliada de Dilma, que representa mais de 70% do Congresso Nacional, é alardeada pelos petistas como um atributo positivo - e não como o rolo compressor que de fato é.
Quando Aécio anunciava, como governador, que não prejudicaria prefeitos de outros partidos na distribuição de verbas, era cooptação de adversários com dinheiro público, no linguajar agressivo dos petistas. Se Dilma tenta mostrar que faz o mesmo, ela está sendo republicana.
A postura diante das concessões para execução e manutenção de determinados serviços públicos, como as rodovias e os aeroportos, quando é Dilma que faz, só elogios. Quando Aécio, foi mais um ato de entreguismo do patrimônio público para as mãos privadas.
Ter nascido em Minas é uma qualidade em Dilma, mesmo tendo morado a maior parte da sua vida no Rio Grande do Sul. Em Aécio, tenta-se colar o rótulo de carioca, já que viveu no Rio a sua juventude e lá vive sua filha, na tentativa de negar a mineiridade que lhe é de direito, por nascimento, moradia e pertencimento a uma família fortemente enraizada no Estado.
Os petistas apostam na eventual memória curta da humanidade. Por exemplo, quem se tornou guru para o programa de gestão de Dilma é o empresário Jorge Gerdau Johannpeter, que colaborou com o Choque de Gestão de Aécio logo no início do seu primeiro governo, há quase uma década.
Contra a crítica de adesão ao neoliberalismo, tratado como ofensa, é melhor entregar a palavra aos especialistas. Estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão do governo federal, revelou: a redução da pobreza em Minas Gerais supera a média nacional.
O PT lustra a biografia de seus líderes tentando amplificar o que considera feitos e virtudes. E, se essas características também se fazem presentes em adversários, o melhor a fazer é desqualificá-las, como se mazelas fossem. Parafraseando uma brincadeira das redes sociais, coerência é para os fracos.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Vice-Governador Destaca Importância do Independência para o Futebol
O vice-governador Alberto Pinto Coellho, presidente do Comitê Gestor da Copa, visitou nesta quarta-feira (11) o estádio Independência, que tem data de inauguração marcada para 25 de abril, com um jogo que vai marcar o centenário do América Futebol Clube. Ele foi recebido pelo secretário de Estado Extraordinário da Copa, Sergio Barroso, e pelo diretor-presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas (EPE), Tadeu Barreto.
“O estádio Independência tem padrão internacional e é motivo de orgulho para todos os mineiros. Estou impressionado com o que vi, neste campo que já foi palco de jogos da Copa do Mundo de 1950”, afirmou o vice-governador.
Os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer o gramado, o vestiário e as arquibancadas do estádio. Para Sergio Barroso, com a entrega do Independência, o Governo de Minas reafirma o compromisso com o profissionalismo do futebol mineiro. “Esse é um dos estádios mais modernos do Brasil e vai trazer as famílias de volta para os campos de futebol”.
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