quinta-feira, 15 de maio de 2014

Mais de 200 Jornalistas Participaram de Workshop sobre Segurança

Instrutivo, participativo e dinâmico. O workshop “A Segurança Pública e a Cobertura da Imprensa em Eventos” reuniu, ao todo, entre os dias 12 e 15 de maio, 203 profissionais da imprensa. Promovido pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Superintendência Central de Imprensa, das Polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Estado da Saúde, o curso apresentou as técnicas, os equipamentos e os procedimentos utilizados pelos profissionais das Forças de Segurança do Estado durante a realização de grandes eventos.

Além da cobertura do atendimento de profissionais da saúde, o workshop contou com uma série de exposições e atividades práticas sobre as ações de segurança a serem adotadas pelos jornalistas para se protegerem em possíveis situações de risco. O curso foi realizado na Academia de Polícia Civil de Minas Gerais (Acadepol), em Belo Horizonte.

“Essas informações são importantes para que o profissional tenha o senso do risco do trabalho na cobertura de determinados casos, como as manifestações. Nós repassamos algumas dicas de segurança para ele se proteger em momentos adversos, desempenhando o seu trabalho com tranquilidade”, destacou o tenente-coronel Alberto Luiz, chefe da comunicação da Polícia Militar, que comemorou a grande participação dos jornalistas.

“A empolgação do repórter e do cinegrafista, nas ruas, é fazer a melhor imagem, a melhor entrevista. Mas, para a gente que está ali na redação, também é interessante fazer esse planejamento de como eles podem atuar, até para preveni-los de algum possível dano que possam sofrer”, afirmou o chefe de redação da TV Alterosa, Juliano Azevedo.

A preparação do profissional para trabalhar durante a cobertura de grandes eventos também foi destacada pelo coordenador de Jornalismo e Esportes do Sistema Globo de Rádio, Marcos Guiotti. “Muitas vezes a imprensa não tem essa noção do trabalho das forças de segurança, acostumada a ver de longe algumas situações. E todos nós estamos expostos, por isso é importante termos essa preparação. Foi uma boa experiência”, avaliou.


Prática reproduziu situação das ruas

Assim como garantir a manutenção da ordem pública, as forças do Estado também buscam proteger todos os envolvidos em situações de risco, entre eles os próprios profissionais da imprensa.

O curso reproduziu situações encontradas nas ruas, as técnicas que podem colaborar para a preservação da integridade dos jornalistas e também apresentou as armas que são utilizadas pelas polícias – como agentes químicos, agentes de pimenta, armas de impulsos eletromagnéticos e elastômetro (bala de borracha).

“Quando a gente sente o efeito na pele, como o causado pelos gases, a gente percebe a necessidade de se preocupar com a segurança e o que devemos fazer em algumas situações”, disse Diego Bertozzi, do canal Fox Sports.

A repórter Shirley Barroso, da TV Record, destacou as dicas de autoproteção, como a escolha dos trajes na cobertura de eventos em que o profissional possa correr algum tipo de risco.

“A escolha das roupas é mais uma forma de nos protegermos. As dicas de como agir nas manifestações também foram importantes, como a apresentação das armas que são usadas”.

Conteúdo

Por meio de atividades práticas, a Polícia Militar abordou temas diversos, como as operações de controle de distúrbios, formações táticas, uso diferenciado da força, aspectos legais e Equipamentos de Proteção Individual (EPI).

Já a Polícia Civil discutiu, durante o curso, as ações de investigação e as atribuições da polícia judiciária, com destaque para as características dos inquéritos. Foram realizados debates sobre as provas necessárias para a prisão em flagrante e o detalhamento dos tipos de prisão, que podem ser temporária ou preventiva.

A estrutura, a preparação e a capacitação do Estado na área da saúde para receber a Copa do Mundo Fifa 2014 foi apresentada pela Secretaria de Saúde. Além disso, foram expostas as principais características na cobertura da imprensa em Situações com Múltiplas Vítimas (SMV), garantindo a adequada coleta de informações e imagens, sem interferir no atendimento da equipe médica.

Por sua vez, o Corpo de Bombeiros apresentou as técnicas e práticas de prevenção a acidentes e a utilização dos sistemas preventivos de proteção durante eventos com grande aglomeração de pessoas, assim como o planejamento de trabalho durante o Mundial.

Fonte: Agência Minas

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Frio deve continuar em Minas Gerais durante a semana

Minas Gerais deve continuar registrando temperaturas baixas pelo menos até quinta-feira, segundo o Centro de Climatologia PUC Minas TempoClima. A população começou a tirar os casacos do armário no fim de semana, quando a temperatura mínima em Belo Horizonte chegou a 12 graus pela manhã.

Nesta segunda-feira, a máxima deve chegar aos 26 graus. A mínima também é de 12, com sensação térmica de 10 graus. No domingo, a cidade de Maria da Fé, no Sul de Minas, registrou a menor temperatura do ano em todo o estado: 5 graus.

A queda de temperatura é causada pela ação de uma massa de ar polar que chegou a Minas Gerais no sábado. Ela deve manter o tempo estável, sem previsão de chuva.

A umidade relativa do ar deve ficar em torno de 30% à tarde, o que já deixa as pessoas em alerta por causa dos problemas respiratórios agravados com o tempo seco.

O Centro de Climatologia ainda alerta para o nevoeiro que pode se formar nos próximos dias nas regiões Central, Sul, Leste e na Zona da Mata mineira. A baixa visibilidade nas primeiras horas da manhã prejudica os transportes aéreo e viário. Os motoristas devem redobrar a atenção nas estradas para evitar acidentes.

Fonte: Portal UAI

terça-feira, 8 de abril de 2014

Minas Inaugura o Primeiro Banco Público de Cordão Umbilical

Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário público de Minas Gerais será instalado na sede do Cetebio. A Fundação Hemominas inaugura, nesta quinta-feira (10/04), às 10h, o primeiro Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP) público de Minas Gerais.

O BSCUP está instalado na sede do Cetebio - Centro de Tecidos Biológicos de Minas Gerais, projeto do Governo de Minas Gerais e que será o maior centro público integrado de tecidos biológicos da América Latina, rua Goiabeiras, nº 779, no Distrito Industrial Genesco Aparecido de Oliveira, município de Lagoa Santa, Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O BSCUP faz parte da Rede BrasilCord, gerenciado pela Fundação do Câncer, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e é o 13º  banco a ser inaugurado no país, sob a coordenação do INCA – Instituto Nacional do Câncer/ Ministério da Saúde.

O Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário vai ser responsável por constituir acervo e disponibilizar unidades de células progenitoras hematopoiéticas (células-tronco) para o tratamento de pacientes portadores de doenças hematológicas, onco-hematológicas, imunodeficiências, doenças genéticas hereditárias, tumores sólidos e doenças autoimunes. 

Os processos de captação e triagem clínica do potencial doador do BSCUP e a coleta do sangue de cordão umbilical e placentário serão realizados em maternidades parceiras.

O BSCUP é um dos sete bancos que vão integrar o Centro de Tecidos Biológicos de Minas Gerais, em implantação pela Fundação Hemominas. O Cetebio será composto pelos seguintes bancos: Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário, Banco de Medula Óssea, Banco de Pele, Banco de Sangues Raros, Banco de Tecidos Musculoesqueléticos, Banco de Membrana Amniótica e Banco de Tecidos Cardiovasculares.

O Cetebio é resultado das iniciativas de inovação tecnológica e pesquisa da Fundação Hemominas em parceria com o Ministério da Saúde (MS), Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), Prefeitura de Lagoa Santa, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Secretaria de Estado de Saúde (SES), Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), MG Transplantes, Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), Fundação Ezequiel Dias (Funed) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).


Serviço:
Inauguração do BSCUP
Dia: 10/04
Horário: 10h
Local: Cetebio - Rua Goiabeiras, nº 779, no Distrito Industrial Genesco Aparecido de Oliveira, município de Lagoa Santa, Minas Gerais

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Radialista é Ameaçado por não Tocar Canção

Um radialista foi ameaçado com uma faca por um ouvinte dentro do estúdio da rádio na qual trabalha, na cidade de Giruá, no noroeste gaúcho. A confusão ocorreu depois que o locutor não atendeu a um pedido musical feito por telefone, na última sexta-feira, 4.

Jair Wathier, da rádio 104,1 FM, apresentava seu programa quando foi surpreendido com o homem armado, às suas costas. Segundo o radialista, trata-se de um comerciante da cidade que pediu, por telefone, uma música tradicional gauchesca.

Como o programa não apresentava esse tipo de canção, uma outra obra foi tocada. No momento do incidente, apenas Wathier e a secretária estavam no prédio da rádio. "Para com isso, Chico", disse o locutor no momento da invasão. Os ouvintes puderam escutar xingamentos feitos pelo comerciante, enquanto ele batia a adaga na mesa de áudio.

"Que homem louco, o Chico. O cara chegou aqui e puxou uma faca. Pessoal da Brigada [Militar]... Muito bem, o agressor foi embora. Estamos bem, graças a Deus, tivemos um ouvinte que não gostou da música que rolamos, chegou aqui e puxou uma faca. Agora será encaminhada para as nossas autoridades", falou Wathier, ao vivo, logo após o ouvinte deixar o local.

A polícia procura o homem, cuja identidade não foi revelada, para prestar esclarecimentos. Ele teria antecedentes por tráfico de drogas. A música pedida - e não tocada - era "Corpo Esgualepado", do cantor tradicionalista Xirú Missioneiro, conhecido cantor gauchesco.

Fonte: Portal UAI

sábado, 5 de abril de 2014

Mulher Escuta pela Primeira Vez e se Emociona

Após 42 anos sem ouvir nenhum som, a britânica Joanne Milne se emocionou ao escutar pela primeira vez. Ela nasceu com uma doença rara chamada Síndrome de Usher, caracterizada pela deficiência auditiva e pela perda progressiva da visão - ela nasceu surda e começou a perder a visão a partir dos 20 anos de idade.

Há cerca de um mês, Joanne fez uma cirurgia de implantação e vem ativando seu implante coclear - dispositivo eletrônico conectado ao cérebro - em sessões semanais. Mas foi nesta semana que ela finalmente realizou um de seus maiores sonhos: ouvir plenamente. 

“Eu sempre fui surda e fazia parte de mim. Infelizmente, quando comecei a ter dificuldades para enxergar, as coisas mudaram dramaticamente e, pela primeira vez na vida, ser surda ficou realmente difícil”, explica.

No vídeo, a britânica diz que ouvir a própria voz é 'muito estranho', porém 'totalmente incrível'. Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail, Joanne disse que ainda está se acostumando aos sons. 

“Eu ainda estou chocada. Eu tenho que aprender a reconhecer o que são esses sons, porque construí uma biblioteca de sons na minha cabeça. Ouvir as coisas pela primeira vez é muito emocionante, desde o barulho de um interruptor à água corrente”, contou ela.

domingo, 30 de março de 2014

Caminhada em Favor dos Deficientes Físicos reúne 300 Pessoas na Avenida Bandeirantes

O grupo quis chamar a atenção sobre a importância de a sociedade ajudar quem tem alguma deficiência física para superar barreiras no trabalho, na educação e na cultura.

Crianças, adultos e idosos participaram de uma caminhada, na manhã deste domingo, na Avenida Bandeirantes, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, em favor das pessoas que possuem alguma deficiência física. O evento foi promovido pela Associação Mineira de Reabilitação (AMR) e reuniu aproximadamente 300 participantes.

O grupo se concentrou na porta da Associação, na Rua Professor Otávio Coelho de Magalhães, no Bairro Mangabeiras, e depois saiu em caminhada até a Praça JK. Muitos cadeirantes e pessoas com deficiência física foram participaram do ato junto com palhaços, que animou a todos com megafones.

De acordo com a supervisora da AMR, Rita Righi, o objetivo é chamar a atenção da população sobre a importância da sociedade ajudar quem tem alguma deficiência física para superar barreiras no trabalho, na educação e na cultura. Em agosto deste ano, está marcado um seminário para discutir o tema.

Fonte: Portal UAI

segunda-feira, 24 de março de 2014

Estrangeiro Terá Cadastro para Adotar Criança Brasileira

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu criar, por meio de resolução, um subcadastro de residentes no exterior que têm interesse em adotar crianças brasileiras. Com a inclusão dos estrangeiros no Cadastro Nacional de Adoção (CNA), o conselho espera elevar o número de adoções de crianças mais velhas ou com algum tipo de deficiência, que costumam não ser escolhidas pelos pretendentes nacionais.

Conforme o corregedor nacional de Justiça, Francisco Falcão, "há um elevado número de infantes aptos à adoção, mas que não são escolhidos pelos pretendentes nacionais já habilitados". De acordo com ele, existem inúmeras razões para isso, entre as quais, a idade, a cor da pele e a existência de eventual deficiência física ou mental.

Os dados mais recentes do CNJ, de dezembro, informam que 5,4 mil crianças ou adolescentes estavam cadastradas no CNA aguardando a oportunidade de serem adotados. No mesmo período, estavam inscritos 29.944 pretendentes à adoção domiciliados no Brasil.

De acordo com as informações divulgadas pelo CNJ, 2.588 crianças eram pardas, 1.762, brancas, 1.033, negras, 31, indígenas e 25, amarelas. A maioria era do sexo masculino. E, do universo de 5,4 mil crianças e adolescentes disponíveis para adoção, apenas 386 tinham até 5 anos de idade.


"Decorrendo a adoção ato de vontade do adotante, tem ele a opção da escolha do perfil do adotando. E, ao se analisar o perfil médio do infante desejado pela grande maioria desses pretendentes, constata-se que são diferentes da grande maioria de crianças e adolescentes disponíveis a serem adotados", comentou Francisco Falcão.

Segundo os dados citados pelo corregedor na sessão desta segunda-feira, 24, do CNJ, nove em cada dez pretendentes querem adotar uma criança com idade de 0 a 5 anos. Mas essa faixa etária corresponde a somente nove em cada 100 crianças disponíveis para adoção.

Francisco Falcão observou que as crianças que não se encaixam no perfil procurado por quem adota no Brasil "vão se perpetuando nos abrigos pelo Brasil sem perspectiva de adoção". A permissão para que os residentes no exterior passem a integrar um subcadastro de adoção tentará garantir mais chances de adoção para esses menores.

De acordo com a resolução aprovada pelo CNJ, a consulta e convocação dos residentes no exterior inscritos no subcadastro somente poderá ocorrer após frustradas as tentativas de inserção em família nacional. Atualmente os estrangeiros não integram o cadastro. Por esse motivo, eles ficam "invisíveis". Depois de terminar a procura por pretendentes nacionais no CNA, o juiz, principalmente de regiões mais longínquas, fica sem saber da existência de famílias estrangeiras interessadas na adoção.

"Tais estrangeiros são habilitados à adoção, em sua maioria, nos Tribunais Justiça de grandes centros, como SP, RJ, PR, RS ou PE e ali ficam aguardando serem chamados. Mas em virtude de seus nomes não constarem no CNA, ficam "invisíveis" para os magistrados de outros Estados", afirmou o corregedor.

Fonte: Estadão